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Supermercados do Futuro: 5 Tendências para os próximos anos


Os supermercados estão vivenciando com bastante intensidade as transformações que o mundo dos negócios vem vivendo nos últimos anos. Principais expoentes do comércio varejista no Brasil, a grande concorrência e os desafios da crise têm feito com que os supermercadistas se atentem às novas tendências.

É sobre isso que vamos refletir neste artigo. Você vai ver, as seguir, cinco tendências em supermercados que prometem mudar o que sabemos hoje em pouco tempo.

1. Em pouco tempo os supermercados só sobreviverão se aderirem com mais intensidade o comércio online

Pesquisas recentes mostram que 77% dos consumidores americanos já efetuam compras de supermercado via web com regularidade.  O relatório Prosper Insights & Analytics de 2016, por exemplo, detectou que as gerações Millenials e X, que chegaram ou chegarão à idade adulta em poucos anos serão cada vez mais propensas a ir menos às lojas e comprar online.

Logo, podemos concluir que supermercados que quiserem se manter fortes e prósperos nos próximos dez anos deverão investir no online tanto quanto já o fazem nas lojas físicas. E isso sob o risco de perder espaços para novos empreendimentos que atendam a esse novo comportamento do consumidor.

Antenada a isso, a rede Walmart, nos Estados Unidos, já anunciou que investiu 11 bilhões de dólares de seu capital para impulsionar e criar iniciativas digitais.

2. A experiência do consumidor será determinante para o sucesso dos supermercados em um futuro próximo

Tudo o que sabemos hoje sobre experiência do consumidor precisará ser revisto em pouco tempo. O engajamento das pessoas em torno de causas como sustentabilidade ambiental, responsabilidade social e outros temas de forte apelo mundial, tem formado um contingente de consumidores mais conscientes e comprometidos com o coletivo.

Logo, há diversos especialistas apontando para a necessidade de atendimento de nichos específicos. Isso aumenta os esforços para a ampliação da gama de produtos e serviços ecologicamente corretos, por exemplo.

Mais do que fazer isso, será preciso comunicá-lo aos clientes. O próximo desafio dos supermercadistas é conseguir que seus clientes potenciais percebam o quanto estão comprometidos com uma experiência realmente eficaz.

3. A informação será mais valorizada do que os produtos que o supermercado vende

Com a tecnologia na ponta dos dedos, em pouco tempo os consumidores não se darão por satisfeitos com o que as embalagens dizem sobre os produtos nas prateleiras dos supermercados. Da mesma forma, etiquetas e peças publicitárias também precisarão ser veículos de informação que satisfaçam as necessidades comunicacionais dos consumidores.

Em países altamente desenvolvidos, como Japão e Estados Unidos, a interatividade digital proporcionada por tecnologias como QR-Code e telemetria já colocam à disposição uma gama de formas de conseguir informações sobre a origem dos produtos, o que demonstra valor e tende a engajar mais os consumidores. A aposta dos especialistas é que essa tendência se dissemine para outras regiões, incluindo países em desenvolvimento como o Brasil.

4. Personalizar o atendimento ao cliente será fundamental

Outro ponto que deve ser revisto é a personalização do atendimento ao cliente. A individualidade estimulada pela tecnologia fará com que os clientes se mantenham fiéis a supermercados que lhes proporcionem um atendimento mais personalizado e exclusivo.

E isso, de acordo com especialistas, tanto no que diz respeito à disponibilização de diversos canais digitais até o relacionamento de longo prazo. Ao entrar em uma loja, o cliente se sentirá mais à vontade se receber um alerta em seu smartphone de ofertas relacionadas com seu histórico de compra do que simplesmente se receber um e-mail o parabenizando por seu aniversário, por exemplo.

5. Conveniência e agilidade na compra e no pagamento serão valores esperados pelos clientes dos supermercados

Recentemente, a Amazon lançou a Amazon Go, uma loja onde os consumidores poderão escolher e levar os produtos sem precisar passar por um caixa. Por enquanto, o projeto está sendo testado entre os funcionários da companhia, mas a ideia é que chegue aos clientes comuns em pouco tempo.

Por meio do aplicativo da empresa, o cliente terá todo o trabalho de cálculo e pagamento realizado automaticamente, sem enfrentar filas ou esperar pelo atendimento de funcionários.

Por mais futurista que pareça, essa iniciativa da Amazon tende a despertar outras em grandes players e, se a tendência for bem aceita, em pouco tempo os consumidores esperarão por algo parecido em qualquer supermercado.

Logo, não é exagero dizer que os supermercadistas devem investir no desenvolvimento de formas inovadoras de compra e pagamento aos seus clientes.

Apesar de todas essas tendências parecerem “inalcançáveis” para supermercados de pequeno e médio porte, aderir à tecnologia e colher os seus benefícios não é uma questão de tamanho, mas de escolha.

Os coletores de dados por exemplo, são dispositivos simples mas que podem trazer benefícios imediatos, como redução de perdas, maior produtividade dos funcionários e melhor atendimento ao cliente.

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