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A importância da automação na cadeia de distribuição farmacêutica

 

A separação dos medicamentos de forma manual é uma tarefa que consome muito tempo, além disso, tudo que é feito de forma humana está sujeito a erros e esses podem ser fatais, afinal, esse trabalho envolve vidas.

A robótica vem sendo incrementada gradativamente na cadeia de distribuição farmacêutica,

e as expectativas são de uma redução de até 50% no tempo na tarefa de separação, o que diminui também os custos operacionais.

Mas, ainda melhor do que a diminuição do tempo e dos custos, é o retorno obtido na qualidade do serviço, pois, os erros são, praticamente, eliminados.

A qualidade na automação dos processos logísticos é um tema prioritário da indústria farmacêutica, onde a padronização, a eliminação dos desperdícios e, principalmente, a segurança das pessoas são assuntos diários.

Nesse post vamos apresentar a importância da automação na cadeia de distribuição farmacêutica. Continue lendo e confira!

 

Como funciona a cadeia de distribuição farmacêutica?

A cadeia de distribuição farmacêutica envolve a indústria, o atacado e o varejo, fazendo com que os medicamentos saiam das fábricas e cheguem ao consumidor final em todos os municípios do Brasil.

A distribuição atinge a incrível marca de 82 mil farmácias e drogarias privadas espalhadas por todo o país.

Esses números foram levantados em 2016 pelo CFF – Conselho Federal de Farmácias, onde não estão incluídos clínicas, laboratórios e hospitais que também recebem medicamentos.

Os processos logísticos são complexos, pois, além da imensa variedade e quantidade de medicamentos produzidos, existem as distâncias e dificuldades em fazer com que os produtos cheguem ao seu destino com qualidade e de acordo com o solicitado.

Além da complexidade existente na logística, a área farmacêutica precisa atender à legislação com relação às condições sanitárias estipuladas pelos órgãos competentes, cumprindo normas de armazenagem e transporte.

 

Regulamentação RDC 157 (Antiga RDC 54)

As exigências da legislação não param por aí.

O Governo Federal, através da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, depois de postergar algumas vezes, deverá adotar a RDC 157, que trata do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM), instituído pela Lei n.º 11.903, de 14 de janeiro de 2009, os mecanismos e procedimentos para rastreamento de medicamentos, por meio de tecnologia de captura, armazenamento e transmissão eletrônica de dados, em toda a cadeia dos produtos farmacêuticos no território nacional.

Cada embalagem deverá ter um código bidimensional e um número único de identificação, próximos da data de fabricação e do número do lote, o que permite obter o monitoramento dos produtos, controlando desde a saída da indústria farmacêutica até o destino final, o consumidor.

Vale ressaltar que hoje as embalagens contam apenas com o código de barras e as informações relacionadas ao lote e validade.

A adoção da RDC 157 tem por objetivo dificultar desvios das embalagens dos medicamentos, bem como falsificação de remédios, gerando mais segurança para o paciente.

Algumas indústrias farmacêuticas já realizaram testes em algumas medicamentos, durante a fase experimental do SNCM, a definição do plano de implementação do SNCM, a revisão da RDC 157 e elaboração do regulamento final está próxima.

Isso certamente impactará em toda a cadeia envolvida no processo, iniciando na indústria multinacional e chegando às pequenas farmácias e drogarias das menores cidades do país.

 

Por que é importante automatizar?

Para atender a toda essa demanda, é praticamente impossível gerir a distribuição farmacêutica sem a automação da área de logística.

A automação precisa estar presente na gestão de estoques, uma vez que, além de atender à legislação vigente (que exige o controle de determinados medicamentos), envolve uma quantidade gigantesca de itens.

Portanto, os processos de entrada, estocagem, separação e expedição dos medicamentos precisam ser apoiados pela automação, com a utilização de sistemas de gestão de estoque e logística.

A falta de controles, em relação à execução das tarefas manualmente, inviabiliza o negócio e coloca em risco a operação.

As coletas, o transporte e as entregas de mercadorias na distribuição farmacêutica são impossíveis de serem realizadas sem o apoio tecnológico.

 

Como automatizar?

Produtos e sistemas de gestão são desenvolvidos com o objetivo de facilitar e aprimorar os controles da cadeia de distribuição.

Dentre muitas soluções que apoiam e colaboram efetivamente nos controles e processos logísticos, destacamos:

Esses sistemas, que fazem a gestão de áreas específicas, necessitam de equipamentos de automação para garantir a qualidade das informações e dos processos, tais como:

A combinação de metodologias, técnicas, sistemas e equipamentos de automação irão, sem dúvida, permitir um alto índice de qualidade nos processos logísticos, diminuindo custos, atendendo às expectativas de fornecedores, fiscalização e clientes finais.

Além disso, a automação vai permitir melhores resultados nos processos de logística, levando a todos os locais os medicamentos necessários à população brasileira.

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Compex Tecnologia

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